Por Rosane de Oliveira / ZERO HORA.com

Nem bravata, nem enfrentamento com a União: o atraso no pagamento da dívida é uma medida calculada para produzir dois efeitos. Primeiro, injetar R$ 240 milhões no fluxo de caixa e pagar em dia o salário de abril. Segundo, adubar o terreno para as medidas amargas que o governo terá de adotar para realizar mudanças estruturais. A pedalada da dívida foi pensada e repensada para produzir dano mínimo com repercussão máxima.
No cardápio de mais de 30 projetos que devem ser propostos à Assembleia nos próximos meses, estão o aumento do ICMS, o corte de benefícios fiscais, a elevação do limite dos saques dos depósitos judiciais de 85% para 90% e a eliminação de vantagens, como licença-prêmio e incorporação de funções gratificadas para servidores.
O governador e seus secretários sabem que a União está autorizada a reter recursos federais e a sequestrar receita estadual para pagar a parcela da dívida, mas é possível que a Fazenda quite o débito antes que as sanções se consumem. Sartori colheu aplausos de quem acha que ele está “peitando” o governo federal e se recusando a pagar uma dívida que, na prática, já foi paga. Nada disso. O próprio governador fez questão de dizer que não é calote e que o atraso será usado única e exclusivamente em abril.
Se não vai atrasar a dívida em maio, isso significa que outros setores serão os sacrificados, porque em maio a situação tende a ser pior do que em abril. Um exercício elementar de matemática mostra que, se o governo tem de pagar duas parcelas da dívida no mesmo mês, sem perspectiva de receita extra, vai faltar dinheiro.
Em maio, Sartori terá novamente de escolher quem vai para o sacrifício: os servidores, os municípios, os fornecedores ou os demais poderes, que até aqui seguem com os repasses intocados. O governo já pediu colaboração ao Tribunal de Justiça, ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e à Assembleia, mas não encontrou receptividade.

Agora esse governador do Sartori disse que vai atrasar os salários do funcionários públicos para maio – sem os Ministério Público, nem a Justiça, ou a Tribunal de  contas e os Assembleia Legislativo.

O deputados, os promotores, juízos e outros não vai atrasar os salário deles, só para os servidores do Estado.

Esse o Sartori é um gringo, dos piores. 

Os diretores, Carson Santos Cheiram e Nelson Azevedo Júnior, do Amapergs-Sindicato com da UGEIRM e os servidores da Brigada Militar pela a Segurança Pública, pautando única dos servidores:
  1. Repúdio ao terrorismo do governo pela possibilidade de atraso e ou parcelamento dos salários dos servidores da SSP;
  2. Pela manutenção e cumprimento da Lei dos Subsídios e salários até 2018 (Susepe, Polícia Civil (PC), Brigada Militar (BM) e Instituto Geral de Perícias (IGP);
  3. Pela falta de efetivo funcional, chamando dos concursados da Susepe, PC e BM;
  4. Pela realização das Promoções, da Susepe, PC, BM e IGP;
  5. Pela manutenção das Aposentadorias Especiais, da Susepe, PC, BM e IGP.

Vamos ver…

ESTÁ DECIDIDO!
PARALISAÇÃO DIA 28 DE ABRIL DE 2015

As entidades representativas da Segurança Pública tem um histórico de luta unificada. No atual momento, considerando toda série de ameaças aos direitos, desde logo demos inicio a mais um processo de coesão, que brevemente rememoraremos: 
11/03/15- Entidades se reúnem na AMAPERGS e traçam estratégias de ação conjunta;
12/03/15- Entidades ingressam com ação contra o anunciado parcelamento salarial; 
26/03/25- Nova reunião das entidades agora realizada na UGEIRM, planejamento das próximas inciativas; 
31/03/15- AMAPERGS realiza assembleia que aprova a luta unificada e toda a forma de resistência a possibilidade de ataque a direitos; 
15/04/15- Entidades divulgam nota conjunta onde reafirmam a unidade e resistência a violação de direitos; 
17/04/15- AMAPERGS é convidada a participar da reunião do Conselho da UGEIRM que decide paralisar dia 28/04, sobretudo pela não publicação das promoções.
22/04/15- Direção da AMAPERGS em atendimento a decisão de nossa Assembleia Geral, delibera por paralisar no dia 28/04.

Caros colegas, desde o início do atual governo a categoria tem convivido com um ambiente de claro terrorismo. Noticias que dão conta de atrasos salariais e descumprimento das parcelas do subsídio somada ao silêncio governamental no momento em que a imagem da categoria foi publicamente achincalhada, contribuíram para a criação de um clima de absoluta instabilidade e indignação. A redução das Horas Extras agravou ainda mais o nosso deficit de servidores, precarizando drasticamente a prestação dos serviços que já eram difícieis. Agora o anúncio da vez informa que inclusive a aposentadoria estaria para ser revista. Qual o propósito de tudo isto? Quem sabe criar um clima apropriado para recolocar a privatização na pauta, conforme noticia ZH de hoje, cuja matéria afirma que o governo estaria contratando uma consultoria para avaliar a privatização, inclusive dos presídios. Quem sabe a intenção seja também fazer com que as categorias não tenham tempo de reivindicar avanços. 
Colegas, seja qual for a razão não podemos silenciar. Está decidido. Se as entidades anunciaram unidade de luta, então a luta deve ser unificada!
PARALISAÇÃO DIA 28 DE ABRIL DE 2015.

CONTRA A AMEAÇA DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS (SALÁRIO, PARCELAS DE SUBSÍDIO, APOSENTADORIA e PROMOÇÕES);

PELA REAFIRMAÇÃO DE NOSSA PAUTA 
(REVISÃO DOS SUBSÍDIOS DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS ADMINISTRATIVOS, REAJUSTE GERAL DOS SUBSÍDIOS, PELO AUMENTO DO EFETIVO FUNCIONAL INCLUINDO A NOMEAÇÃO DO CADASTRO RESERVA DE TSP.)

CONTRA A PRIVATIZAÇÃO.

DURANTE O DIA 28 DEVERÃO SER MANTIDOS APENAS PÁTIO, ALIMENTAÇÃO, INGRESSOS MEDIANTE PRISÃO, ALVARÁS DE SOLTURA, ATENDIMENTO MÉDICO E REALIZAÇÃO DE JÚRIS. 
TODOS OS SERVIDORES DE SERVIÇO DEVERÃO COMPARECER AO LOCAL DE TRABALHO. TRATA-SE DE UMA PARALISAÇÃO, PORTANTO AS DEMAIS ATIVIDADES DEVERÃO SER PARALISADAS. AOS DEMAIS SERVIDORES ORIENTAMOS DAR VISIBILIDADE A PARALISAÇÃO MEDIANTE A OSTENTAÇÃO DE FAIXAS E CARTAZES, BEM COMO EM AÇÕES CONJUNTAS COM AS OUTRAS CATEGORIAS DA SEGURANÇA PÚBLICA. 
Até sexta feira estaremos divulgando novas orientações da paralisação.

Por Wantuir Jacini, secretário da Segurança Pública

Ao contrário dos 30% noticiados, o contingenciamento real da Segurança Pública do RS é de 7% com relação ao que foi gasto em 2014. Nesse contexto, adotamos uma série de medidas. Ampliamos o uso da tecnologia, otimizando o emprego dos efetivos. Limitamos a cedência de servidores. Revimos as despesas de custeio, cortando gastos excessivos. Readequamos as horas extras exclusivamente para as atividades-fim. Reduzimos ao máximo os CCs, tendo as chefias como exemplo – hoje, todos os diretores da SSP são servidores do quadro, o que representa economia de cerca de 50% por cargo.
Em 2014, ano de Copa do Mundo e que contou com reforço significativo no policiamento em Porto Alegre, houve recrudescimento da criminalidade. Os principais indicadores cresceram em comparação a 2013: homicídios dolosos aumentaram 22,2%, latrocínios 9,3%, roubos 17,2% e extorsão mediante sequestro 105,6%. Prova de que investimentos maiores não necessariamente representam melhores serviços. É preciso gestão eficiente e controle sobre as despesas.
Comparando os dados do primeiro trimestre de 2014 com o mesmo período de 2015, é possível observar redução nos crimes contra a vida e o patrimônio. O latrocínio obteve queda de 46,3%, a extorsão mediante sequestro, 62,5%, o estelionato, 23,2%, os homicídios dolosos, 5,2%, e os furtos 9,1%.
Conseguimos essa redução agindo com foco nas 19 cidades que concentram 85% dos crimes no RS, a partir da prevenção e da repressão à violência criminal. Sempre com base na inteligência artificial – aquela produzida pelas instituições e que está nos bancos de dados –, orientadora das atividades policiais, norteando a alocação dos recursos pessoais e materiais, conforme a evolução da criminalidade; bairro a bairro, cidade a cidade, aferindo periodicamente o desempenho e as estatísticas da criminalidade.

A falta que a mãe faz

Publicado: 23 de abril de 2015 em Uncategorized
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Blog do David Coimbra

Com Franklin Costa, no Facebook

Em todas as vezes que visitei a Fase, a antiga Febem, nunca encontrei um menino egresso de família constituída e atuante, e por atuante refiro-me a pai e mãe preocupados com a educação dos filhos. Nunca encontrei um único, nunca. Em geral, o pai era ausente, ou inexistente, ou bêbado, ou drogado, ou coisa pior. Volta e meia, a mãe também era isso tudo, principalmente coisa pior.

Pode ter sido falta de sorte minha, mas duvido – fui muitas vezes à Fase. Aposto uma nota verdinha com o retrato de Benjamin Franklin que nem 10% dos internos foram criados por pai e mãe zelosos.

Com isso estou dizendo o óbvio: que a família é o mais importante na educação de uma criança. E foi essa obviedade que disse o secretário de Segurança do Rio Grande do Sul, ontem, em entrevista à Gaúcha: era melhor, para os filhos, quando as mães ficavam em casa, cuidando deles.

Alguém pode dizer que isso não é verdade?

É claro que é.

Sendo assim, por que a antiga fórmula composta por “pai provedor” e “mãe do lar” não funciona mais na sociedade ocidental? Porque a sociedade ocidental mudou. Está sempre mudando. Dia a dia. É muito difícil fazer um retrato da sociedade, porque ela é um rio em constante movimento.

A Revolução Industrial, as guerras e as crises econômicas jogaram a mulher no mercado de trabalho. O que pode ter sido bom para algumas mulheres e nem tanto para outras. Muitas queriam ficar em casa, cuidando dos filhos. Dessas, uma parte não pode, porque simplesmente tem de trabalhar. Outra parte, que pode, não quer porque, para determinada classe social, “pega mal” a mulher não ter emprego.

No Dia das Mães, que se aproxima, você vê aqueles anúncios venerando a “Super-Mulher”, que bota um tailleur para a reunião da empresa, um avental para cozinhar para os filhos e uma malha de academia para deixar o corpo enxuto como o de uma Gisele. É uma sacanagem. Como exigir isso de qualquer pessoa, mulher ou homem?

Como dizia Jesus, ninguém pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. Uma mulher com grande responsabilidade profissional, ou com um trabalho muito estafante, não terá tempo nem energia para cuidar dos filhos como cuidaria se estivesse o dia inteiro em casa. Não há como, por melhor mãe que ela seja ou pretenda ser.

Mas a vida também é regida pela lei das compensações. As mulheres não são mais como eram, e os homens também não. À medida que as mulheres tiveram de se afastar dos filhos, os homens se aproximaram deles. Hoje, os homens são melhores pais, exatamente porque há espaço e necessidade para isso.

O problema é que não é suficiente. Pais e mães conscientes estão perdendo a disputa para a degeneração social, aliada à incúria do Estado nas suas tarefas básicas de educação e segurança pública. E é aí que entraria o secretário. Ele pode estar certo na sua análise da responsabilidade da família pela falência moral do país, mas está sendo omisso ao não admitir a própria responsabilidade. Ele não está fazendo a parte dele. E, na parte dele, há muito para fazer.

Do Facebook

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SINDICATOS REPRESENTANTES DA SEGURANÇA PÚBLICA LANÇAM NOTA CONJUNTA!!loOs Sindicatos representantes dos servidores da Segurança Pública do Estado do RS lançaram na manhã desta quarta-feira, dia 15 de abril, uma Nota Conjunta contra os cortes dos direitos das categorias e repudiando as ameaças e o clima de terrorismo instaurado pelo atual governo do estado. Assinam a nota o AMAPERGS, ABAMF, ASSTBM, ABERGS, UGEIRM, SIMPOL, SINDIPERÍCIAS.

Confira a íntegra

NOTA CONJUNTA DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA

Destacamos nosso reconhecimento à decisão judicial que garantiu liminarmente o pagamento integral e pontual dos salários, medida que para além de fazer valer o ordenamento legal, foi ao encontro do bom senso, pois é inadmissível sequer especular-se tal possibilidade de parcelamento salarial, mesmo porque as entidades já haviam definido, ainda antes do ingresso da medida jurídica, que não aceitariam tal atentado aos direitos dos servidores da segurança pública e deste modo, resistiram com TODAS as medidas de pressão possíveis e necessárias.

Nossa irresignação ecoou rapidamente no parlamento gaúcho, cujo resultado foi a realização de duas grandes audiências públicas, e ato contínuo de uma o encontro deste conjunto de entidades representativas com o governo do Estado. Neste encontro reafirmamos nossa total contrariedade a esta possibilidade, além de acentuada crítica às medidas de redução orçamentária da pasta da Segurança e a todas as especulações que tem gerado absoluta intranquilidade junto ao conjunto de servidores da segurança pública de nosso estado.

Na oportunidade cobramos ainda o respeito aos direitos consolidados, em especial os que dizem respeito à pontualidade salarial, o pagamento das parcelas remanescentes de reajustes já aprovados em lei, a pontualidade e totalidade das promoções nas respectivas datas base de cada categoria e a nomeação dos servidores aprovados em concurso público. Formalizamos também nossa forte cobrança pela reavaliação da decisão que determina a redução na ordem de 30% do orçamento da segurança pública com a imediata recomposição das horas extras na quantidade necessária a fazer frente ao déficit de servidores da área.

Reafirmamos também nossa forte disposição de contribuirmos com um debate propositivo e voltado ao enfrentamento das dificuldades do Estado, com a mesma veemência que repudiamos os reiterados anúncios que apontam para o desrespeito a direitos, fato que, reiteramos, tem gerado extrema intranquilidade em uma área tão sensível como a segurança pública.

Por fim, neste ato, as entidades abaixo subscritas, registram ao conjunto de servidores da segurança pública que representam que estão em absoluta unidade e acompanhando de forma atenta e vigilante toda e qualquer medida que envolva as questões já destacadas. Além disso, reiteramos que não aceitaremos nenhum tipo de retrocesso ou violação de direitos. Para tanto, as entidades farão uso de todas as ferramentas de luta necessárias para que assim ocorra.

SEGURANÇA PÚBLICA É COISA SÉRIA!

O ex-chefe, Cezar Cordeiro, o que acontece com o Ministério Público do RS com denúncia contra você? É bom para ti?

Em 2010 chegou para mim denúncia do MP contra o corregedor do Cavalcanti. Era tudo errado aquilo, mas o Cezar – que naquela época e estava com o MP/CEC, com o Promotor Gilmar Bortolloto – e o Homero, como Corregedor-Geral, não falaram comigo. Quando o superintendente da Susepe – mais o CG – que o Cavalcanti foi afastado como corregedor em 7 de janeiro em 2011. Depois, em junho e julho de 2011 chegou da CG denúncias contra o Cavalcanti com duas sindicâncias, foi a primeira após de 30 anos como a Susepe.

Um ano depois cheguei ao Hospital do Clínicas com AVCI (acidente vascular cerebral isquêmico). 85% morrem com AVCI. Saí do hospital, após 12 dias, e eu não sabia falar, ler e escrever. Em 28 de março de 2015 o Cavalcanti cheguei aos 2 anos de aniversário, só um pouco eu já conheço escrever, mas eu estudo muito. Me falaram depois do AVCI, denunciar contra esse ‘amigo’ Homero. Não, deixa para Deus.

Com o Cezar era um colega com a Susepe, mas o que vai acontecer com as denúncias do MP? É verdade, ou não?

Vídeo do G1/RS

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/jornal-do-almoco/videos/t/porto-alegre/v/chefe-de-monitoramento-eletronico-da-susepe-e-afastado-de-cargo-no-rs/4108844/

Fora o PT

Publicado: 12 de abril de 2015 em Uncategorized
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Essa a Dilma, a “presidenta” do Brasil, o Lula e todo o PT estão contra a graxa e a lama com corruptos.
Nunca tinha tanto um governicho e PeTralha.
Fora a Dilma, o Lula e o PT.

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http://cristalvox.com.br/
O Ministério Público do Rio Grande do Sul fez seu papel de fiscal da Lei

O Promotor Flávio Duarte é conhecido por sua capacidade profissional e destemor em investigar quem viola a lei e ataca, à sorrelfa, os interesses dos gaúchos.  Esse caso da SUSEPE é ímpar. Quem deveria orientar, aconselhar e dar segurança para que apenados não voltem a delinquir, deram um mau exemplo. Envergonharam colegas probos e honrados.

Agora ninguém tem o direito de acusar os quadros da SUSEPE como um todo. Ele é integrado por mulheres e homens de bem, que possuem família, se orgulham de onde trabalham e são profissionais ao extremo… Não se pode generalizar!

COM A NOVA OPERAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO RENASCE A ESPERANÇA PARA QUE O  MP APURE,  O QUE CORRE À BOCA PEQUENA NOS CORREDORES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA,  DE QUE A CONCESSÃO E USO DE DIÁRIAS NO PARLAMENTO É UMA FARRA…

POR SINAL, FOI UM DOS MOTIVOS PARA O DEPUTADO MÁRIO JARDEL DEMITIR TODO O SEU GABINETE… É SÓ FALAR COM ELE, QUE O CAMINHO SERÁ INDICADO…

É bom lembrar que enquanto uma diária de um servidor da SUSEPE não chega a R$100,00 para dormir e comer numa jornada de 24 horas, na Assembleia passa de R$ 250,00 para assessores e R$ 650,00 para um Deputado, mais 50 por cento se pernoitar.  Isso não é moral!