Fora de cobertura: morte expõe falha em sistema de tornozeleiras

Publicado: 23 de maio de 2014 em Uncategorized
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Apenado do semiaberto deixa bateria de rastreador descarregar. Sem ter a localização informada, assalto farmácia e mata um sargento da Brigada Militar.

Com a bateria da tornozeleira que utilizava há apenas quatro dias descarregando, Gerson Bom da Silva, 29 aos, não foi encontrado por telefone pela Susepe para ser avisado que a carga do equipamento deveria ser abastecida. Ou então ele passaria a ser considerado foragido. Por não ter atendido às ligações, deveria automaticamente passar a ser procurado pela polícia. Mas por provável falha humana, o procedimento não foi feito, e Gerson Silva só foi encontrado depois de matar o sargento da Brigada Militar, Mario Francisco de Maria Rocha, 52 anos, em assalto a uma farmácia na zona sul de Porto Alegre na segunda-feira.

Foram feitas várias tentativas de entrar em contato com esse preso, sem sucesso. Uma vez constatado a falta de contato, é informada a fuga. foi isso que não ocorreu, disse o superintendente da Susepe, Gelson Treiesleben.

Para apurar exatamente o que houve, Treiesleben solicitou que a corregedoria do órgão identifique com precisão como ocorreu a falha. Não é a primeira vez que um preso do semiaberto com liberdade vigiada concedida pela Justiça é flagrado em assaltos. A Susepe admite que 92 apenados com tornozeleiras cometeram crimes desde que o monitoramento começou a funcionar, há um ano.

É um sistema de segurança extremamente a eficaz, é insignificante o volume de erros que ocorrem. Se (o preso) estivesse no semiaberto, ficaria na rua e não seria monitorado, afirma.

Conforme a Susepe, o aviso da fuga do detento com tornozeleira é lançado no sistema e feito pessoalmente aos policiais do Centro Integrado de Operações da Segurança Pública (Ciosp), localizado na sala ao lado da central de monitoramento dos agentes. Mas a situação parece não ser tão simples. Policiais ouvidos por ZH comentam que dificilmente recebem pedidos dos agentes para deslocar equipes em busca de foragidos.

Teoricamente, eles tinham de vir aqui e nos informar para repassarmos o alerta às equipes que estão na rua, mas é raro isso ocorrer, disse o major Gilberto Viegas, do Ciosp.

Responsável por fiscalizar o sistema desde a criação até dezembro, o juiz Sidinei Brzuska alerta que o aviso à Brigada Militar é fundamental para a eficácia do monitoramento.

Na minha opinião, a Susepe ampliou o sistema sem ter gente para dar conta da demanda, aponta Brzuska.

O superintendente da Susepe, Gelson Treiesleben, disse que “O sistema é confiável” no monitoramento de tornozeleiras.

É brincadeira!!! 

comentários
  1. Luis disse:

    Estava demorando!

  2. thiago disse:

    O sistema é “BOM”, a SUSEPE que não tem estrutura pra acompanhar ” a bola de neve ficou tão grande” que vai passar o melhor já esta passando por cima do Cesar e do Irineu e as “BARBI” que não sabem o que é a SUSEPE.

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