Esse governicho da “presidenta” do Brasil

Publicado: 26 de setembro de 2014 em Uncategorized
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Políbio Braga

Tabela de avanço do PIB, conforme Austing Rating, 2o trimestre, últimos dados disponíveis. O PIB está em penúltimo lugar na lista dos 37 Países elencados. 
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O jornal inglês Financial Times parece ter descoberto as manobras de “contabilidade criativa” da dupla Arno Augustin-Dilma, que aprendeu com o governo petista estadual Olívio Dutra  a “espremer tudo que é fruto que existem à mão, mesmo sem perspectiva de se colher um pouco mais. O fato é que a situação fiscal federal causa apreensão, até porque a recessão econômica e a inflação em alta não ajudam. Leia este material da Agência Globo:

O termo “estagflação” é usado por economistas para definir um cenário indesejado por qualquer país, a combinação entre crescimento baixo e inflação alta. Enquanto economistas divergem ao debater se o Brasil já se encontra nesta situação, o jornal britânico “Financial Times” criou uma nova expressão para caracterizar a economia do país: o estagno-aperto ou estagno-espremida, traduções livres para “stagno-squeeze”, uma referência à decisão do governo de sacar R$ 3,5 bilhões do Fundo Soberano para fechar a meta fiscal do ano. O termo surgiu na página de comentários do blog Beyond Brics, dedicado à cobertura de economias emergentes, e acabou virando tema de um artigo publicado nesta quinta-feira no site. Para o leitor, identificado apenas como @ofter in a state of utter shock, o Brasil vive “um tipo de estagno-aperto”, quando se “espreme o máximo possível dos poucos frutos que se tem e não há perspectivas de se colher um pouco mais”.Expandindo o comentário do internauta, o FT defende que o governo não conseguiu “extrair os frutos” da arrecadação de impostos, efeito do crescimento econômico modesto deste ano. Para compensar, acabou tendo que “espremer” o que tinha disponível: justamente o Fundo Soberano, criado em 2008 com R$ 14,2 bilhões e que, agora, terá apenas R$ 300 milhões disponíveis.

Críticas como a do jornal britânico à ação do governo foram rebatidas pela presidente Dilma Rousseff na quarta-feira. Em Nova York para a Assembleia Geral das ONU, Dilma disse que o questionamento ao saque é “estarrecedor”, uma vez que o mecanismo foi criado justamente para ser usado em momentos de dificuldades. A manobra foi feita para tentar alcançar o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida) de 1,9% do PIB, conforme prometido pelo governo. Segundo o jornal, não há nada de errado em usar o Fundo Soberano, mas fazer o uso da reserva pode abrir um “precedente perigoso”.

“Atacar o fundo agora poderia abrir um perigoso precedente. Rousseff e Guido Mantega, seu ministro da Fazenda, podem culpar a economia global pela desaceleração do Brasil, mas quase todo mundo sabe que os problemas do Brasil são em maior parte causados pelo próprio país. Em vez de usar o recente boom da demanda chinesa e o dinheiro barato para aumentar o investimento, o governo encorajou os gastos dos consumidores”, opina o editor do FT Jonathan Wheatley, que assina o texto.

comentários
  1. Luis disse:

    É só a ponta do iceberg! Para que os economistas deste país possam encontrar o PIB brasileiro, usem as borcas do pré-sal! Lixo de Governo, se é que dá para dar esta qualificação para esta corja!

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