Polícia já tem suspeitos de tiroteio dentro de hospital em Porto Alegre

Publicado: 23 de março de 2015 em Uncategorized
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Delegado, no entanto, diz que autores ainda não foram identificados.
Troca de tiros com agentes penitenciários foi registrada pelas câmeras.

O vídeo:

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/03/policia-ja-tem-suspeitos-de-tiroteio-dentro-de-hospital-em-porto-alegre.html

A Polícia Civil já tem suspeitos e tenta identificar os autores da troca de tiros com agentes penitenciários dentro do Hospital Vila Nova, na Zona Sul de Porto Alegre, na madrugada desta quinta-feira (19). Um agente da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) acabou baleado no tiroteio.

O tiroteio ocorreu por volta da 1h e foi registrado pelas câmeras de segurança do hospital. As imagens mostram quatro homens passando pela recepção, dois deles com camisas da Polícia Civil e outros dois com coletes à prova de balas. Em seguida, começa uma intensa troca de tiros entre os suspeitos e três agentes da Susepe, que faziam a custódia de um preso.

Preso está sob custódia da Susepe no hospital
Temos alguns possíveis autores, mas nada ainda que possa confirmar a autoria, disse o delegado Adriano Melgaço, titular da 4ª Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP).

Até o momento, ninguém foi preso. Após o tiroteio, os criminosos fugiram do hospital em dois carros, o que leva a polícia a acreditar que havia mais suspeitos esperando do lado de fora. O agente penitenciário baleado na mão foi levado para atendimento no Hospital de Pronto Socorro (HPS).

Por enquanto, a polícia trabalha com duas hipóteses para o crime: tentativa de resgate ou tentativa de execução. O preso que estava sob custódia foi identificado como Luís Fernando Barbosa de Lima, o Ninho, um dos líderes de uma quadrilha da Vila Cruzeiro do Sul, na capital. Ele tem condenações por homicídio e roubos. Ele foi preso no sábado (14) após ter sido baleado em Viamão, Região Metropolitana.

O delegado Adriano Melgaço diz que é provável que os criminosos tenham usado o uniforme da Polícia Civil para facilitar o acesso a uma área restrita do hospital. A origem das camisas vestidas por dois deles ainda é desconhecida. Mas, segundo o delegado, não é difícil falsificar o material.

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