É um governicho do Sartori. Pior do Tarso. O Estado não é uma empresa e sim é fazer a segurança pública, a educação, a saúde, as estradas.

Publicado: 6 de abril de 2015 em Uncategorized
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Além do Governo atrasar os vencimentos ainda avalia adiar reajuste concedido em lei do Tarso

Aumentos salariais anunciados pela gestão anterior, principalmente para a segurança pública, previstos para maio e novembro, poderiam ser pagos em outra data porque o Executivo não tem certeza de que terá dinheiro em caixa.

Servidores resistem à possibilidade de negociação

A hipótese de adiamento dos reajustes preocupa representantes das categorias que seriam afetadas pela medida, tanto quanto a ameaça de atraso nos salários, que levou muitas delas à Justiça em março. Se o governo decidir avançar, enfrentará forte resistência dos servidores.

Presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Brigada Militar (Abamf), Leonel Lucas argumenta que os policiais gaúchos continuam com “o pior salário do país” e, por isso, não há margem para negociação.

Como o governo anterior dizia que dava para pagar e agora não dá mais? Não entendo. Nós não vamos aceitar isso – afirma Lucas.

Na sede da Associação dos Oficiais da BM, em Porto Alegre, o coronel Marcelo Gomes Frota também adianta a posição da categoria: não abrirá mão dos ganhos. Os percentuais negociados, segundo ele, correspondem apenas à inflação.

Queremos contribuir para uma segurança pública melhor, mas estamos na expectativa legítima de receber a nossa reposição – afirma Frota.

Isaac Ortiz, presidente do Sindicato dos Agentes da Polícia Civil (Ugeirm- Sindicato), classifica a hipótese em análise como “absurda”. Ele diz que conversou com o governador José Ivo Sartori durante a campanha eleitoral e que recebeu dele a garantia de que não suspenderia os reajustes.

Mesmo que o governo tente rever o parcelamento, acho muito difícil a Assembleia aprovar – diz Ortiz.

A posição é compartilhada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado (Amapergs), Flávio Berneira Júnior.

Isso nos espanta. Em nenhuma hipótese aceitaremos negociar o adiamento dos reajustes que tanto para conseguir. É um direito da categoria. Não vamos abrir mão do que já foi aprovado – disse Flávio Berneira Júnior, presidente do Sindicato-Amapergs.

O presidente da Associação dos Delegados do Rio Grande do Sul, Wilson Müller, evita polemizar.

Se eventualmente essa possibilidade avançar, vamos lamentar. Mas, no momento, nossa posição é de aguardar. Costumo dizer que temos de encarar cada angústia no seu tempo – afirma Müller.

comentários
  1. Jocilmar disse:

    Então vejamos: As diárias dos Deputados foram aumentadas, as da Segurança Pública terminadas, os salários dos deputados, secretários, Governador aumentados, os da Segurança Pública correm risco de Parcelamento e até não serem Pagos, os Juízes e Desembargadores e Promotores, também tiveram seus parcos ganhos aumentados e até ganharam aumento nas diárias e ajudas de Custo. O que se vê, é a Inércia daquele que demonstrou durante toda a Campanha eleitoral a incapacidade de Governar, e, que mesmo sem proposta alguma foi eleito. Alguém vislumbra a decadência da Segurança Pública ai? Nobre Governador, não existe estado sem Segurança!!!!!

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